Aquisição do terreno e início do projeto de implantação do empreendimento
Com a compra do terreno estrategicamente localizado no Centro Industrial de Aratu, demos o primeiro passo concreto para materializar a refinaria. Nessa fase, concluímos estudos topográficos, investigações geológicas e análises de viabilidade técnico‑econômica, estabelecendo as bases conceituais do empreendimento e definindo diretrizes ambientais, de segurança e de governança que norteariam todas as etapas subsequentes.
Assinatura do protocolo de intenção junto à SDE e habilitação a programas de incentivo
Firmamos protocolo de intenção com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia, assegurando enquadramento no Programa DESENVOLVE e REPETRO/SPED. Esses instrumentos consolidaram benefícios fiscais, acesso a apoio institucional, além de oficializar o compromisso de gerar empregos locais, fomentar a cadeia de fornecedores regionais e adotar boas práticas de sustentabilidade.
Conclusão dos projetos e incorporação de equipamentos importados
Finalizamos os projetos básicos e detalhados de processo, utilidades e infraestrutura, seguindo padrões API e normas nacionais. Paralelamente, fechamos contratos de fornecimento internacional para unidades críticas, cuja fabricação iniciou‑se no exterior para posterior internalização, garantindo tecnologia de ponta e redução do cronograma de montagem.
Licença Ambiental do INEMA, Autorização de Agente de Comércio Exterior da ANP e aquisição de campos maduros
Obtivemos a Licença de Implantação do INEMA após satisfazer exigências de Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis outorgou‑nos certificação como Agente de Comércio Exterior, permitindo importar petróleo e exportar derivados. Complementarmente, adquirimos participações em campos maduros terrestres, assegurando parte do suprimento de matéria‑prima e ampliando a verticalização do negócio.
da Licença Ambiental do órgão licenciado do Estado (INEMA) e obtenção da Autorização de Agente de Comércio Exterior pela ANP, além da aquisição de campos maduros de Petróleo e Gás.
Liberação da construção pela ANP; início das obras civil, elétrica e mecânica
Com a autorização de construção emitida pela ANP, mobilizamos canteiro, firmamos EPCs e iniciamos terraplanagem, fundações profundas, redes subterrâneas e montagem das primeiras estruturas metálicas. A fase incluiu implantação de sistemas de drenagem oleosa e elaboração do projeto construção da estação de tratamento de efluentes, refletindo nosso compromisso com requisitos ambientais e de segurança de processo desde o início das obras.
Comissionamento.
Ao longo desses três anos, conduzimos testes pré‑operacionais, loop checks, flushing de tubulações, calibração de instrumentos e simulações digitais de carga. Equipes multidisciplinares treinaram operadores em cenários de start‑up e contingência. O comissionamento progressivo permitiu validar desempenho, otimizar consumo energético e atingir parâmetros de qualidade de produto.
Requerimento da Licença de Operação junto ao INEMA e adiantamento das obras
Com 95 % do avanço físico alcançado, protocolamos a Licença de Operação, acompanhada de Relatório de Conformidade Ambiental e Plano de Monitoramento de Emissões. Paralelamente, antecipamos etapas finais de interligações de tubulações, testes a quente e integração ao grid elétrico, visando encurtar o tempo entre a emissão da licença e o ramp‑up comercial. Esses esforços consolidam a prontidão para iniciar operações regulares e atender à demanda regional por combustíveis.